| Reino: | Animalia |
| Filo: | Chordata |
| Classe: | Aves |
| Ordem: | Passeriformes |
| Subordem: | Passeri |
| Parvordem: | Passerida |
| Família: | Thraupidae |
| Cabanis, 1847 | |
| Subfamília: | Thraupinae |
| Cabanis, 1847 | |
| Espécie: | T. brasiliensis |
Ave do gênero Tangara. Uma das versões para a origem do nome popular vem do fato de algumas pessoas acharem seu chamado parecido com o bater de chaves. Habita a mata atlântica costeira. Apresenta coloração semelhante ao seu congênere amazônico Tangara mexicana (sendo que já foi considerada subespécie desta), constituindo provavelmente um caso de especiação e corroborando com a teoria de que os dois biomas formavam um único bloco no passado.
Outras espécies indicadoras dessa teoria, são Crypturellus variegatus, Cyanerpes cyaneus, Crypturellus strigulosus, Crypturellus soui, Pipra rubrocapila, todas presentes do Sudeste ao Nordeste do Brasil.
Seu nome científico significa: Tangará do (tupi) ata = andar; e carã = em volta; e brasiliensis = referente ou com origem no Brasil. ⇒ Dançarino brasileiro ou Tangará do Brasil (Linaeus; 1766).
Mede cerca de 14 cm de comprimento e pesa cerca de 26 g. Compartilha muitas características das outras espécies do gênero Tangara.
A plumagem da cabeça do (Tangara brasiliensis) é azul e apresenta uma mancha negra na parte posterior, nuca e na região que reveste o bico. O pescoço e a parte superior do tórax são azuis com algumas penas negras. Os flancos são de coloração azul salpicado com pequenas manchas pretas não uniformes. Ventre e crisso são brancos. O manto é negro e as asas são negras com o encontro azul. As retrizes são negras. A íris e o anel periocular são negros. Pernas e bico com bela coloração cinza escuro.
Alimenta-se principalmente de frutas, complementando sua dieta com insetos. Assim como diversos frugívoros brasileiros, já incorporou várias frutas exóticas em sua dieta, como a ave desta foto se alimentando dos frutos de uma Eriobotrya japonica.
Período de reprodução: primavera-verão. Faz ninho em formato de xícara pequena e aberta, localizado no dossel da floresta. Durante o período reprodutivo é mais comum vê-las aos pares.
Mata atlântica litorânea sendo atualmente registrado apenas nos Estados da Bahia, Espírito Santo e Rio de Janeiro.
Referências externas